O mundo não acabou, pelo menos até o horário desse post. Nada está perdido, ainda tem tempo de viver. Mas não deixe pra depois o que pode ser feito hoje. Diga o que tem de ser dito, faça o que tem de ser feito, exclua o que tem de ser excluído. Faça o que é preciso, que eu farei o mesmo. Aliás, já estou fazendo! O mundo não acabou hoje, mas 2012 ainda está na lista, se os Maias forem melhor do que Harold Camping. Nada não tem volta, tudo o que não teve um fim, não está perdido. Contudo aquilo que teve um final, ainda que trágico, esqueça! O destino é incerto e não cabe a nós. Nem a roupa que iremos sair amanhã podemos afirmar, imagina se poderemos dizer o que faremos daqui 10 anos. Impossível! Aceite que você não é o dono ou dona do mundo se nem da rua você é, e sendo assim, ande decentemente com o carro e não ligue o "invisible car" e ache que está tudo bem, isso é irritante demais! Tudo depende de nós, tudo começa por nós, mas não temos a competência que achamos que temos e aceitar isso é que é o problema. Amamos o poder, adoramos dizer que algo depende de nós, isso infla o nosso ego, nos faz praticamente deuses. Mas e aí? É assim mesmo? Não! Nada é insubstituível, nada está perdido, nada é único! Nada que foi um dia poderá, certamente, voltar a ser, mas o futuro é incerto, tudo pode voltar ao lugar. Então o que somos nós em meio a esse caos todo? Peças vivas de um jogo, que se movimenta em meio a "nossa vontade". Assim como jogos de tabuleiros, a vida é imprevisível, nada pode ser afirmado! Somos avatares vivos de um "The Sims" gigante, agora, se há alguém controlando o jogo? Fica a dúvida! Alguém sabe? Porque eu não sei. E isso nos fascina, a dúvida nos seduz e pensar que nada está perdido nos leva praticamente a loucura. Amamos descobrir o que antes era uma dúvida e amamos mais ainda dizer que descobrimos. E sabe por quê? Porque o incerto não está perdido e é assim que o mundo gira.
sábado, 21 de maio de 2011
Nem tudo está perdido!
O mundo não acabou, pelo menos até o horário desse post. Nada está perdido, ainda tem tempo de viver. Mas não deixe pra depois o que pode ser feito hoje. Diga o que tem de ser dito, faça o que tem de ser feito, exclua o que tem de ser excluído. Faça o que é preciso, que eu farei o mesmo. Aliás, já estou fazendo! O mundo não acabou hoje, mas 2012 ainda está na lista, se os Maias forem melhor do que Harold Camping. Nada não tem volta, tudo o que não teve um fim, não está perdido. Contudo aquilo que teve um final, ainda que trágico, esqueça! O destino é incerto e não cabe a nós. Nem a roupa que iremos sair amanhã podemos afirmar, imagina se poderemos dizer o que faremos daqui 10 anos. Impossível! Aceite que você não é o dono ou dona do mundo se nem da rua você é, e sendo assim, ande decentemente com o carro e não ligue o "invisible car" e ache que está tudo bem, isso é irritante demais! Tudo depende de nós, tudo começa por nós, mas não temos a competência que achamos que temos e aceitar isso é que é o problema. Amamos o poder, adoramos dizer que algo depende de nós, isso infla o nosso ego, nos faz praticamente deuses. Mas e aí? É assim mesmo? Não! Nada é insubstituível, nada está perdido, nada é único! Nada que foi um dia poderá, certamente, voltar a ser, mas o futuro é incerto, tudo pode voltar ao lugar. Então o que somos nós em meio a esse caos todo? Peças vivas de um jogo, que se movimenta em meio a "nossa vontade". Assim como jogos de tabuleiros, a vida é imprevisível, nada pode ser afirmado! Somos avatares vivos de um "The Sims" gigante, agora, se há alguém controlando o jogo? Fica a dúvida! Alguém sabe? Porque eu não sei. E isso nos fascina, a dúvida nos seduz e pensar que nada está perdido nos leva praticamente a loucura. Amamos descobrir o que antes era uma dúvida e amamos mais ainda dizer que descobrimos. E sabe por quê? Porque o incerto não está perdido e é assim que o mundo gira.
terça-feira, 10 de maio de 2011
É o capitalismo que amamos!
A cada minuto que passa temos mais produtos sendo criados e lançados no mercado e isso não nos deixa dúvidas de que estamos vivendo em um mundo capitalista, extremamente capitalista. Desde muito cedo entendemos que o que é mais novo, ou seja, lançado por último, é melhor, mais tecnológico e consequentemente mais eficiente. Mas será que é assim que funciona mesmo? Há tantos aparelhos que têm exatamente a mesma função e possuem preços completamente distorcidos por serem de marcas diferentes ou apenas por terem um modelo mais bonito. Pode-se dizer que essa forma de capitalismo que vivemos hoje é a mais exarcerbada de todos os tempos, até agora, claro! Teoricamente se diz que o capitalismo, basicamente, visa o lucro, sendo então iniciado -primitivamente- na passagem entre a Idade Média e a Idade Moderna com o Renascimento Comercial e Urbano, que formou a chamada burguesia, classe de comerciantes que visavam o lucro, logo capitalistas. É claro que a definição de capitalismo que vivemos hoje é mais profunda e abrangente, contudo o que nós -pobres mortais e não ecônomos- entendemos é o mais básico possível. Mas não é na história que nos interessamos quando o assunto é capitalismo, nós queremos saber mesmo é de dinheiro. Datas comemorativas perdem o sentido e viram apenas um meio de cada vez se ter mais consumidores e, logo, mais lucro. Aniversários não são comemorados com o sentido inicial e sim para se ganhar presentes, apenas abraços não servem. E quem não é assim? Todos somos, e quem diz que não é, não se ofende ao ganhar um presente, nem devolve o salário no fim do mês alegando que trabalhou pelo bem da sociedade. Isso é capitalismo. O capitalismo está aí e é selvagem, já que ninguém se importa com o outro, passa por cima sem piedade e esse é o erro. O capitalismo selvagem que não nos serve. O capitalismo em si, nós amamos, não vivemos sem. Ninguém resiste a uma roupa nova, um celular novo, um carro novo e todas as outras novidades que aparecem para nós diariamente. E não me olhe com cara de desaprovação, todo mundo é assim, só não tem coragem de falar. Todo mundo ama um presente, ama o capitalismo, é ele quem faz a nossa vida ser como é. É ele que faz a gente ter vontade de crescer, de ser mais, de ser alguém. Pra mim, não há outra forma de se viver se não for o capitalismo. Ainda que não seja completamente justo, esse é o modelo que não nos trava em um único nível, há a possibilidade -ainda que para alguns seja remota- de crescimento. No mundo em que vivemos não há outra forma, nós -habitantes do Planeta Terra- não aceitaríamos. O que realmente queremos é mais oportunidade e até igualdade, ainda que plena não seja possível, porque esse é o preço que o capitalismo nos cobra.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Costumes
Cada local tem seus costumes, práticas que são passadas de geração em geração. Usar uma plantinha pra clarear o cabelo, tomar um remédinho pra passar a dor de cabeça e geralmente o que vai ser usado vem no diminutivo, pra mostrar menos importância e consequentemente menos riscos. No entanto, nem tudo funciona. Algumas práticas apenas não apresentam efeitos, mas não tem nenhum risco à saúde; enquanto outras, não funcionam e apresentam perigos. Nenhuma planta, por exemplo, é livre de toxidade. Todas tem, de alguma maneira, algum componente nocivo. Remédios comumente usados, tomados demais prejudicam a funcionalidade de órgãos e até podem inibir a funcionalidade de outros medicamentos. Por exemplo: paracetamol usado em excesso pode atacar os rins e/ou o fígado, causando danos à esses órgãos, enquanto alguns antibióticos podem inibir o efeito de anticoncepcionais quando usados juntos. Mas não somente os costumes de automedicação apresentam erros, todo mundo diz que o bom pra passar a raiva é gritar. E quem nunca ficou rouco de tanto gritar e a raiva continuou ali? E pior, ficou com mais raiva por agora também estar rouco. "É perigoso tomar banho ou ir para a piscina/mar depois de comer." Ok, até pode ser. Mas o risco não está na água, e sim no fato de se movimentar demais, fazer exercícios. Então tomar banho não é um grande risco, porque ninguém nada no chuveiro né? Mar e piscina sim podem ser e realmente são perigosos, assim como qualquer outro exercício físico após a refeição. Se movimentar demais faz com que suas energias, que seriam usadas para a digestão, sejam usadas para realizar o movimento e então a digestão seja feita de forma inadequada. Esse é o risco e não o fato de se estar ou não na água. "Pegar frio faz desenvolver gripe." Tá, faz, mas uma série de outros fatores também tem de estar ligados à isso. O vírus da gripe tem de estar no ar ou já estar conosco, porque sem o vírus não há como pegar a doença. O que o frio tem a ver então? Quando passamos frio demais, nossas defesas imunológicas são prejudicadas, o que favorece o desenvolvimento do vírus. Nada é completamente sem explicação. Tudo o que funciona e também o que não funciona tem um motivo. E é nesse ponto que entra a ciência, descobrindo, desvendando e ajudando cada vez mais a cultura popular e suas crenças.
domingo, 1 de maio de 2011
Começo do frio
Hoje, além de ser o Dia do Trabalhador, é o início de um mês crítico e revolucionário. É o inicio de maio, o mês que, aqui no Sul, começa realmente a esfriar e os detalhes (bondade minha!) do inverno a aparecer. E como começa! De agora em diante, cada vez mais ficará frio e os dias cada vez menores e, para o meu desespero, isso só vai acabar lá por setembro. Sim, eu não gosto de frio! Não entendo o por que em um país com tantas diferenças climáticas, logo eu, nasci no Sul onde é tãão frio. Pra mim o frio é chato, é irritante, é lamentável. As pessoas se escondem por baixo de mil roupas e casacos, andam amontadas nas ruas (isso quando saem) e um domingo de sol parece ser o último domingo do mundo, já que todo mundo sai para rua "lagartear" no sol. Temos que andar com blusas, blusinhas, blusões e casacões, já que casaquinhos não fazem grandes efeitos. O banho e a hora de dormir sim são bons, mas e para entrar e sair do banho? E trocar de roupa para dormir? O frio parece entrar no corpo, congelar os ossos e ainda abanar dizendo "Não gostou, é?". É, o frio é sacana, é traiçoeiro, é congelante! O frio é bom para quem não o vive todos os anos, assim como o calor é bom para quem não o tem sempre. Quem tem o frio vai para o calor e vice-versa. Mas mesmo com os pontos desfavoráveis (pelo menos para mim) que o frio possui, nós do Sul, somos privilegiados por poder apreciar todos os anos a transição entre as estações, que aqui são bem definidas, ainda mais em Porto Alegre. As belezas de cada estação são únicas e cada uma com seu jeito agrada a grupos distintos. Contudo, não há quem diga que não há beleza nelas. Todas com seu jeito, seu charme e suas belezas fascinam à todos, ainda que a temperatura não agrade.
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