terça-feira, 10 de julho de 2012

Ficção e realidade?

Em tempos de eleição, reformas para a copa, olimpíadas e afins, me coloco a refletir... Se tem dinheiro para copa, não tem para educação e saúde? Por quê? Há uma sequência lógica que o país deveria seguir e que, de fato, não é seguida.
Figura 1: Esquema que qualquer um consegue entender 

Mas também há dinheiro e muito dinheiro para armações e "complicações" políticas. Logo, me ponho a refletir: E se os políticos tivessem uma educação diferenciada e mais empenhada em os ajudar a não fazer nem compactuar com ilegalidades? Pois é, era uma boa né? Foi aí que lembrei de Dolores Umbridge. Sim, a Secretária Sênior do Fudge, Alta Insitora de Hogwarts e Chefe da Comissão de Registro dos Nascidos Trouxas. Não que eu seja a favor dos seus métodos quando foi professora e diretora de Hogwarts, mas com certeza seus métodos de punição funcionariam com os políticos brasileiros. Ou pelo menos assim se esperaria.

Figura 2: Dolores Umbridge e marca na mão de Harry

Deixo bem claro que sou completamente contra punições, principalmente físicas, morais e mentais. Esse post é apenas uma relação em tom irônico entre a ficção e a realidade.

E só para terminar, um trecho de Harry Potter e a Ordem da Fênix com Umbridge em ação.

- Oh, não - disse Umbridge, sorrindo tão abertamente que ela parecia como se tivesse engolido particularmente uma suculenta mosca. - Oh, não, não, não. Esta é a sua punição por ter propagado histórias más, indecentes, e para chamar a atenção, Sr. Potter, e punições certamente não podem ser ajustadas de modo a se adaptarem à conveniência de alguém culpado. Não, você virá aqui às cinco horas amanhã e depois de amanhã e na sexta também, e você cumprirá suas detenções como combinado. Eu acho que é uma boa idéia você estar perdendo algo que realmente queira fazer. Isso serve para reforçar a lição que eu estou tentando lhe passar.
(...)
- Aí está - disse Umbridge docemente -, estamos indo melhor controlando nosso temperamento, não acha? Agora, você fará algumas linhas para mim, Sr. Potter. Não, não com sua pena - ela acrescentou quando Harry se curvou para abrir sua mochila. - Você usará uma minha especial de preferência. Aqui está.
Ela lhe estendeu uma pena longa e fina com uma ponta extraordinariamente pontiaguda.
- Eu quero que você escreva "Eu não devo contar mentiras" - ela lhe disse suavemente.
- Quantas vezes? - Harry perguntou, com uma imitação creditável de delicadeza.
- Ah, quantas vezes forem necessárias para a mensagem entrar em sua cabeça - disse Umbridge docemente. - Pode começar agora.
(...)
- Você não me deu nenhuma tinta.
- Oh, você não precisa de tinta - disse com a menor sugestão de riso em sua voz.
Harry posicionou a ponta da pena no papel e escreveu: "Eu não devo contar mentiras".
Deixou escapar um gemido de dor. As palavras tinham aparecido no pergaminho no que parecia ser tinta vermelha brilhante. Ao mesmo tempo, as palavras tinham aparecido nas costas da mão direita de Harry, cortando sua pele como se traçadas por um bisturi - e ainda quando ele olhava fixamente para o corte brilhante a pele cicatrizou, deixando o lugar onde estava menos vermelho do que antes mas completamente liso.
(...)
E assim ele foi. De novo e de novo Harry escreveu as palavras no pergaminho no que ele logo percebeu que não era tinta, mas seu próprio sangue. E, de novo e de novo, as palavras cortavam dentro das costas da sua mão, cicatrizavam e reapareciam toda vez que ele punha a pena no pergaminho.
ROLLING, J.K.. Harry Potter e a Ordem da Fênix. 702p. Rocco, 2003.

                                        

domingo, 8 de julho de 2012


"Eu sou assim, ligada na tomada. Sempre querendo encontrar uma razão pra tudo. Pessoas como eu sofrem mais. Se decepcionam mais. Por outro lado, crescemos. Evoluimos. Amadurecemos. Nada é estático em nossas vidas. Nada é à toa. Tudo ganha uma compreensão, tudo é degrau, tudo eleva." Martha Medeiros

-Sem mais declarações!


E ainda termina assim: Essa é a minha vocação.
                                      Esse é o meu orgulho.